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Há milênios o homem busca formas de registrar e reproduzir a escrita. Já nas mais antigas cidades da Suméria e da Mesopotâmia, no século XXVIII a.C. foram encontradas reproduções sob suportes de cera ou argila, com os selos cilíndricos e cunhas.
No século XV, quando Gutenberg desenvolveu a tecnologia da prensa mecânica, utilizando os tipos móveis, estava dado o pontapé inicial de uma revolução para as artes gráficas. A partir daí, o homem começou a aperfeiçoar cada vez mais as técnicas para difusão do conhecimento, sempre encontrando formas mais práticas, mais baratas ou de qualidade superior para realizar impressões, ou seja, reproduções em série de determinado texto ou imagem em suportes resistentes que pudessem ser distribuídos.
A tipografia, processo
aperfeiçoado por Gutenberg, foi o primeiro a tornar possível
a reprodução de livros inteiros, mas se ainda guarda o charme
de ser um processo secular, não possui nem de longe a praticidade
e a qualidade dos processos encontrados hoje em dia.
O sistema off-set,
que se originou da litografia,
é hoje o mais popular e importante processo de impressão que
se tem notícia, que possibilita a produção de uma gama imensa
de produtos impressos, como livros, revistas, jornais, folderes,
cartazes, out-doors, embalagens, encartes, rótulos, adesivos,
etiquetas, etc, em várias cores, em vários formatos e em uma
variedade de suportes cada vez maior.
Se a tecnologia de impressão evolui, evoluem também as possibilidades, e com elas surgem novas tecnologias, formando um círculo virtuoso. Hoje em dia, apesar de ainda ser o suporte mais importante, o papel não reina mais absoluto. Temos impressões em plásticos rígidos ou flexíveis, em alumínio, em madeira, em tecido e em quase todo tipo de material que a imaginação mandar.
Para atender a esse tipo de demanda, vemos a evolução de
outros sistemas de impressão, como a flexografia,
a rotogravura
e a serigrafia,
por exemplo. Há sempre um processo adequado para cada idéia
mirabolante que temos, para cada necessidade que surge, em
que quantidade for.
A necessidade de impressões rápidas e personalizadas levou
ao desenvolvimento cada vez maior dos processos de impressão
digital, que dispensam matrizes e realizam impressões
muitas vezes imediatas. Têm um alto custo unitário, mas cada
vez mais sua qualidade é competitiva com os outros métodos,
possibilitando ao cliente, ao designer e ao produtor gráfico
um leque bem variado de escolha.
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